Levantamento de fauna na unidade de conservação ARIE do município de Cruzeiro/SP

Autores

DOI:

https://doi.org/10.37002/biodiversidadebrasileira.v15i4.2756

Palavras-chave:

Mata Atlântica, biodiversidade, armadilhas fotográficas, extinção

Resumo

A cidade de Cruzeiro/SP, localizada na bacia hidrográfica do rio Paraíba do Sul e nas encostas da Serra da Mantiqueira, abriga a área de relevante interesse ecológico (ARIE) do município de Cruzeiro, uma unidade de conservação municipal com o objetivo de proteger um remanescente de Mata Atlântica na zona urbana. Até o momento, não existem estudos específicos sobre a biodiversidade da unidade. O presente trabalho teve como objetivo realizar um levantamento das espécies de vertebrados de médio e grande porte presentes na ARIE do Município de Cruzeiro. Para tanto, utilizou-se o método de amostragem por armadilhas fotográficas, complementado por encontros oportunísticos. Foram registradas 21 espécies distintas, distribuídas entre 10 mamíferos, nove aves e dois répteis. Entre as espécies registradas, destacam-se Callithrix aurita, classificada globalmente como "em perigo" e duas espécies categorizadas como "quase ameaçada", Callicebus nigrifrons e Amazona aestiva. Além disso, foram observados mamíferos de médio porte, como Cerdocyon thous, e outras espécies de vertebrados representativas de diferentes níveis tróficos, como Sylvilagus minensis, Didelphis aurita, Galictis cuja, Penelope obscura, Turdus rufiventris, Mesembrinibis cayennensis e Salvator merianae, que contribuem para o equilíbrio ecológico da unidade. A presença de espécies exóticas, como Felis catus e Callithrix penicillata, destaca a necessidade de programas de monitoramento e conservação. O levantamento da fauna local contribui para o conhecimento da biodiversidade da Mata Atlântica na região e reforça a importância da ARIE como unidade de conservação, que conta com instrumentos legais para garantir sua proteção e preservação em longo prazo.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Referências

1. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [homepage na internet]. Cruzeiro [acesso em 21 fev 2025]. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/cruzeiro/panorama

2. Prefeitura Municipal de Cruzeiro. Lei no 3.706, de 19 de agosto de 2005. Dispõe sobre instituição de Área de Relevante Interesse Ecológico do Município de Cruzeiro - ARIE, na forma que menciona, e dá outras providências. [Internet]. Câmara Municipal de Cruzeiro. 2005 ago. 19 [citado em 2024 ago. 27]. Disponível em: https://leismunicipais.com.br/a/sp/c/cruzeiro/lei-ordinaria/2005/371/3706/lei-ordinaria-n-3706-2005-dispoe-sobre-instituicao-de-area-de-relevante-interesse-ecologico-do-municipio-de-cruzeiro-arie-na-forma-que-menciona-e-da-outras-providencias

3. Brito DMC. Conflitos em Unidades de Conservação, PRACS: Revista de Humanidades do Curso de Ciências Sociais UNIFAP. 2008 Dez; 1 (1):1-12.

4. Presidência da República (Brasil). Lei no 9.985, de 18 de julho de 2000. Regulamenta o art. 225, § 1o, incisos I, II, III e VII da Constituição Federal, institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza e dá outras providências. [Internet]. Diário Oficial da União. 2000 jul. 18 [citado em 2024 ago. 27]. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/cciviL_03///LEIS/L9985.htm

5. Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Socioambiental. Atlas da evolução dos remanescentes florestais da Mata Atlântica e ecossistemas associados no período de 1990-1995. São Paulo: Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Instituto Socioambiental; 1998. [acesso em 27 ago 2024]; Disponível em: https://acervo.socioambiental.org/sites/default/files/documents/13D00121.pdf

6. Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Atlas dos remanescentes florestais da Mata Atlântica e ecossistemas associados no período de 1995-2000. Relatório final. São Paulo: Fundação SOS Mata Atlântica, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE); 2002. [acesso em 27 ago 2024]; Disponível em: http://mtc-m12.sid.inpe.br/col/sid.inpe.br/jeferson/2003/06.02.07.45/doc/RelatorioAtlas.pdf

7. Nalon MA, Matsukuma CK, Pavão M, Ivanauskas NM, Kanashiro MM. Inventário da cobertura vegetal nativa do Estado de São Paulo [Internet]. São Paulo: SEMIL/IPA, 2022. v. 1. [citado em 2025 fev. 04]. Disponível em: https://indd.adobe.com/view/a5aba10f-0090-4109-ac1c-944c8260b1ff

8. Püttker T, et al. Efeitos indiretos da perda de habitat por meio da fragmentação do habitat: uma análise entre táxons de espécies dependentes da floresta. Biological Conservation, 2020 Jan; 241(108368) doi: 10.1016/j.biocon.2019.108368 DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2019.108368

9. Fletcher RJ, A fragmentação de habitats é boa para a biodiversidade? Biological Conservation, 2018 Out; 226: 9-15. doi: 10.1016/j.biocon.2018.07.022 DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2018.07.022

10. Myers N, Mittermeier RA, Mittermeier CG, Fonseca GAB, Kent J. Biodiversity hotspots for conservation priorities. Nature. 2000 Feb; 403:853-858. doi: 10.1038/35002501 DOI: https://doi.org/10.1038/35002501

11. Mittermeier RA, Gil PR, Hoffmann M, Pilgrim J, Brooks J, Miitermeier CG, Lamourux J, Fonseca GAB. Hotspots Revisited: Earth’s Biologically Richest and Most Endangered Terrestrial Ecoregions. Washington: Cemex; 2004.

12. Pinto, LP, Bedê L, Paese A, Fonseca M, Paglia A, Lamas I. Mata Atlântica Brasileira: Os Desafios para Conservação da Biodiversidade de um Hotspot Mundial. In: Rocha CFD, Bergallo HG, Van Sluys M, Alves MAS. Biologia da Conservação: essências. São Carlos: RiMa; 2006. P. 69-96.

13. Fundação Florestal, Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística [homepage na internet]. Programa de Monitoramento da Biodiversidade. [acesso em 11 fev 2025]. Disponível em: https://fflorestal.sp.gov.br/programa-de-monitoramento-da-biodiversidade

14. INMET. Instituto Nacional de Meteorologia. Normais Climatológicos, período 1991 – 2020; [acesso em 21 fev 2025]. Disponível em: https://clima.inmet.gov.br/progp/0

15. Instituto de Pesquisas Ambientais [homepage na internet]. Inventário Florestal do Estado de São Paulo 2020 [acesso em 09 set 2024]. Disponível em: https://datageo.ambiente.sp.gov.br/geoportal/catalog/search/resource/details.page?uuid=%7B169B4972-5294-495F-846C-AD5C6EAF0EA1%7D

16. Srbek-Araujo AC, Chiarello AG. Armadilhas fotográficas na amostragem de mamíferos: considerações metodológicas e comparação de equipamentos, Rev. Bras. Zool. 2007 Set; 24 (3):647-656. doi: 10.1590/S0101-81752007000300016 DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-81752007000300016

17. Mendonça EN, Lopes AMC, Albernaz ALKM, Carvalho Jr. EAR. Avaliação da efetividade da Reserva Biológica do Gurupi na conservação de vertebrados terrestres de médio e grande porte. Biodiversidade Brasileira. 2021 Abr; 11(3): 1-16. doi: 10.37002/biobrasil.v11i3.1769 DOI: https://doi.org/10.37002/biobrasil.v11i3.1769

18. Dias CEFA, Santos RLC. Fauna em fotos: mamíferos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano - campus Xique-Xique, Revista Macambira. 2023 Jan.-Dez; 7(1):1–14. doi: 10.35642/rm.v7i1.936 DOI: https://doi.org/10.35642/rm.v7i1.936

19. Pinheiro LVS, Leite G, Martinez C, Gonsioroski G, Pereira S, Melo H, Arantes F, Cerqueira PV, Melinski RD, Oliveira A, Bovo AAA, Las-Casas FMG, Carvalho LG, Sousa AEBA, Ubaid FK. Aves da Reserva Biológica do Gurupi: implementação de protocolo avançado de monitoramento e atualizações. Biodivers. Bras. 2024; 14(3):71-104. doi: 10.37002/biodiversidadebrasileira.v14i3.2531 DOI: https://doi.org/10.37002/biodiversidadebrasileira.v14i3.2531

20. Vila Nova MF. Composição herpetofaunística da Estação Ecológica Estadual Wenceslau Guimarães, sul da Bahia, Brasil [dissertação]. Ilhéus: Universidade Estadual de Santa Cruz; 2019. 94f.

21. Dias PR. Estimativa populacional e uso de drone para monitoramento da comunidade de primatas não humanos na Área de Proteção Ambiental São Francisco Xavier – São Paulo [dissertação]. Viçosa: Universidade Federal de Viçosa; 2023. 57f.

22. Mendes Neto HR, Vasconcelos MF de. Aves comuns do Estado de Minas Gerais: um guia de campo para o observador. Florianópolis: Letras Brasileiras; 2005.

23. Reis NR, Filho HO, Silveira G. Ordem Lagomorpha. In: Reis NR, Peracchi AL, Pedro WA, Lima IP (Eds.). Mamíferos do Brasil. Londrina: Reis NR; 2006. P. 149-152.

24. Chaguri A. Descrição fenotípica de híbridos de Callithrix aurita (É. Geoffroy in Humboldt, 1812) e amplificação de fragmentos do DNA mitocondrial [dissertação]. São José dos Campos: Universidade do Vale do Paraíba, Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento; 2017. 69 f.

25. Reis NR, Fregonezi MN, Peracchi AL, Shibatta OA, Sartore ER, Rossaneis BK, Santos VR, Ferracioli P. Mamíferos terrestres de médio e grande porte da Mata Atlântica: guia de campo. 1 ed. Rio de Janeiro: Technical Books; 2014.

26. Ruedas LA, et al. A prolegomenon to the systematics of South American cottontail rabbits (Mammalia, Lagomorpha, Leporidae: Sylvilagus): designation of a neotype for S. brasiliensis (Linnaeus, 1758), and restoration of S. Andinus (Thomas, 1897) and S. tapetillus Thomas, 1913. Misc Pub Mus Zool Univ Mich. 2017 Feb; 205:1-67. doi: 2027.42/136089

27. Silveira LF, et al. Para que servem inventários de fauna? Estudos Avançados. 2012 Fev; 24(68): 173-207. doi: 10.1590/S0103-40142010000100015 DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-40142010000100015

28. Lessa LG, Geise L. Hábitos Alimentares de Marsupiais Didelfídeos Brasileiros: Análise do Estado de Conhecimento Atual. Oecologia Australis, 2010 Dez; 14(4): 901-910. doi: 10.4257/oeco.2010.1404.07 DOI: https://doi.org/10.4257/oeco.2010.1404.07

29. Silveira NS. Padrões de movimentação de sabiás (Turdus ssp. turdidae) em paisagens fragmentadas [dissertação]. São Paulo: Universidade Estadual Paulista “Julio de Mesquita Filho”; 2015 Jan. 110f.

30. SICK, H. Ornitologia Brasileira. Editora Nova Fronteira, 2011 Dez; 4(2): 76 -126.

31. Davis WE. Handbook Of The Birds Of The World. Volume 10. Cuckoo-Shrikes To Thrushes. The Wilson Journal of Ornithology. 2007, Dec; 119(4): 778-779. doi: 10.1676/1559-4491(2007)119[778:HOTBOT]2.0.CO;2

32. Taylor PD, Fahrig L, Henein K, Merriam G. Connectivity is a vital element of landscape structure. Oikos, 1993 Dez; 68(3): 571–573. doi: 10.2307/3544927 DOI: https://doi.org/10.2307/3544927

33. Silva JMC, Uhl C, Murray G. Plant succession, landscape management, and the ecology of frugiverous birds in abandoned Amazonian pastures. Conservation Biology, 1996 Abr; 10(2): 491–503. DOI: https://doi.org/10.1046/j.1523-1739.1996.10020491.x

34. Luck GW, Daily GC. Tropical countryside bird assemblages: richness, composition, and foraging differ by landscape context. Ecological Applications, 2003 Fev; 13(1): 235–347. doi: 10.1890/1051-0761(2003)013[0235:TCBARC]2.0.CO;2

35. Doherty TS, Dickman CR, Glen AS, Newsome TM, Nimmo DG. et. al. The global impacts of domestic dogs on threatened vertebrates. Biological Conservation. 2017; 210: 56-59. doi: 10.1016/j.biocon.2017.04.007 DOI: https://doi.org/10.1016/j.biocon.2017.04.007

36. Twardek WM, Peiman K, Gallagher AJ, Cooke S. Fido, fluffy, and wildlife conservation: The environmental consequences of domesticated animals. Environmental Reviews. 2017 Maio; 25(4): 381-395. doi: 10.1139/er-2016-0111 DOI: https://doi.org/10.1139/er-2016-0111

37. Brandão APD. Cães e gatos domésticos em Unidades de Conservação: uma abordagem de Saúde Única [tese]. São Paulo: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, Universidade de São Paulo; 2020. 172f.

38. Daszak P, Cunninghan AA, Hyatt AD. Environmental change and the emergence of infectious diseases in wildlife. Acta tropica. 2001; 78(2): 103-116. DOI: https://doi.org/10.1016/S0001-706X(00)00179-0

39. Dueñas MA, Ruffhead HJ, Wakefield NH , Roberts PD, Hemming DJ, Diaz-Soltero H. The role played by invasive species in interactions with endangered and threatened species in the United States: a systematic review. Biodiversity and Conservation. 2018 Ago; 27(12): 3171-3183. DOI: https://doi.org/10.1007/s10531-018-1595-x

40. Lowe, S. Browne M, Boudjelas S, De Poorter M. 100 of the world's worst invasive alien species: a selection from the global invasive species database. Auckland, New Zealand: Invasive Species Specialist Group, 2000.

41. IUCN [homepage na internet]. The IUCN Red List of Threatened Species. Versão 2024-1. [acesso em 20 ago 2024] Disponível em: https://www.iucnredlist.org/species/22686332/154573813.

42. ICMBio [homepage na internet]. Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade – SALVE. [acesso em 24 fev 2025] Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br/.

43. Melo FR. et al. Callithrix aurita (É. Geoffroy Saint-Hilarie, 1812). In: Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção, Volume II, Brasília, DF: ICMBio/MMA, 2018.

44. Pereira DG. Calitriquídeos no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, RJ: interações entre espécies exóticas invasoras e espécies nativas [dissertação]. Rio de Janeiro: Universidade Federal Fluminense; 2006. 76f.

45. Pereira DG. Densidade, genética e saúde populacional como ferramentas para propor um plano de controle e erradicação de invasão biológica: o caso de Callithrix aurita (Primates) no Parque Nacional da Serra dos Órgãos, RJ, Brasil. [tese]. Rio de Janeiro: Universidade do Estado do Rio de Janeiro; 2010. 161f.

46. Pereira DG, Oliveira MEA, Ruiz-Miranda CR. Interações entre calitriquídeos exóticos e nativos no Parque Nacional da Serra dos Órgãos - RJ. Espaço e Geografia. 2008; 11(1): 87–114. doi: 10.26512/2236-56562008e39833 DOI: https://doi.org/10.26512/2236-56562008e39833

47. ICMBio. Plano de Ação Nacional para a Conservação dos Primatas da Mata Atlântica e da Preguiça-de-coleira. [acesso em 25 fev 2025] Disponível em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br/assuntos/biodiversidade/pan/pan-primatas-ma-e-preguica-de-coleira.

48. Veiga LM, Kierulff CM, Oliveira MM, Mendes SL. Callicebus nigrifrons. 2008. In: IUCN Red List of Threatened Species, Version 2011.2. [acesso em 27 fev 2025] Disponível em: www.iucnredlist.org.

49. Bernardo CSS, Galetti, M. Densidade e tamanho populacional de primatas em um fragmento florestal no sudeste do Brasil. Revista Brasileira de Zoologia, Dez 2004; 21(4): 827-832. doi: 10.1590/S0101-81752004000400017 DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-81752004000400017

50. Sick H. Ornitologia Brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira; 1997.

51. Secretaria do Meio Ambiente. Cadernos de Educação Ambiental: Fauna Urbana, volume 2. São Paulo: Governo do Estado de São Paulo, 2014.

52. Butchart SHM et al. Global Biodiversity Indicators of Recent Declines. Science, 2010 Apr; 328(5982): 1164-1168. doi: 10.1126/science.1187512 DOI: https://doi.org/10.1126/science.1187512

53. Silva SF, et al. Iluminando a obscura radiação filogenética de Sylvilagus Gray, 1867 (Lagomorpha: Leporidae) da América do Sul. Journal of Mammalogy, 2019 Fev; 100(1): 31-44 doi: 10.1093/jmammal/gyy186 DOI: https://doi.org/10.1093/jmammal/gyy186

54. Percequillo AR, et al. Sylvilagus minensis Thomas, 1901. Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade - SALVE. 2024 [acesso em 27 fev 2025]. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br.

55. Bonvicino CR, et al. Chromosomes and Phylogeography of Sylvilagus (Mammalia, Leporidae) from Eastern Brazil. Oecologia Australis, 2015 Jul; 19(1): 158-172. doi: 10.4257/oeco.2015.1901.10 DOI: https://doi.org/10.4257/oeco.2015.1901.10

56. Delibes-Mateo M, Ferreira P, Villafuerte R. Key Role of European Rabbits in the Conservation of the Western Mediterranean Basin Hotspot. Conservation biology. 2008; 22(5): 1106-1117. doi: 10.1111/j.1523-1739.2008.00993.x DOI: https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2008.00993.x

57. Wright SJ, Zeballos H, Dominguez I, Gallardo MM, Moreno MC, Ibáñez R. Poachers alter mammal abundance, seed dispersal, and seed predation in a neotropical forest. Conservation Biology. 2000 Feb; 14(1): 227–239. doi: 10.1046/j.1523-1739.2000.98333.x DOI: https://doi.org/10.1046/j.1523-1739.2000.98333.x

58. Castillo DCM, Arbeláez PP, Arias-Monsalve HF, Ramírez-Chaves HE. Food habits of the Cougar Puma concolor (Carnivora: Felidae) in the Central Andes of the Colombian Coffee Region. Papéis Avulsos de Zoologia. 2020; 60: 1-7. doi: 10.11606/1807-0205/2020.60.23. DOI: https://doi.org/10.11606/1807-0205/2020.60.23

59. Entringer H-JR, Duque HJDJR, Chiarello AG, Srbek-Araujo AC. Temporal variation of the diet of a top terrestrial predator: the jaguar as a case study. Mammal research. 2022; 67(4): 417-431. doi: 10.1007/s13364-022-00648-0. DOI: https://doi.org/10.1007/s13364-022-00648-0

60. Galetti M, Sazima I. Impact of feral dogs in an urban Atlantic forest fragment in southeastern Brazil. Natureza e Conservação. 2016 Abr; 4(1): 146-151.

61. Carvalho WD, Rosalino LM, Godoy MSM, Giorgete MF, Adania CH, Esbérard CEL. Temporal activity of rural free-ranging dogs: implications for the predator and prey species in the Brazilian Atlantic Forest. NeoBiota. 2019 Abr; 45: 55-74. doi: 10.3897/neobiota.45.30645 DOI: https://doi.org/10.3897/neobiota.45.30645

62. Costa MD, Fernandes FAB. Primeiro registro de Lepus europaeus Pallas, 1778 (Mammalia, Lagomorpha, Leporidae) no sul do Estado de Minas Gerais e uma síntese dos registros conhecidos para o sudeste do Brasil. Revista Brasileira de Zoociências. 2012 Abr; 12(3): 311–314.

63. de Faria GMM, et al. Geographic distribution of the European hare (Lepus europaeus) in Brazil and new records of occurrence for the Cerrado and Atlantic Forest biomes. Mammalia. 2015 Fev; 80(5): 1-9. doi: 10.1515/mammalia-2015-0036 DOI: https://doi.org/10.1515/mammalia-2015-0036

64. Rodrigues NT, Saranholi BH , Angeloni TA, Pasqualotto N, Chiarello AG, Galetti Jr PM. DNA mini-barcoding of leporids using noninvasive fecal DNA samples and its significance for monitoring an invasive species. Ecology and Evolution. 2020 Jun; 10(12): 5219-5225. doi: 10.1002/ece3.5863.eCollection DOI: https://doi.org/10.1002/ece3.5863

65. Leite YLR, Stallings JR, Costa LP. Partição de recursos entre espécies simpátricas de marsupiais na Reserva Biológica de Poço das Antas, Rio de Janeiro. Revista Brasileira de Biologia. [Internet] 1994 Ago [acesso em 27 ago 2024]; 54(3): 525-536. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/292444820_Particao_de_recursos_entre_especies_simpatricas_de_marsupiais_na_Reserva_Biologica_de_Poco_das_Antas_Rio_de_Janeiro

66. Leite YLR, Costa LP, Stallings JR. Diet and vertical space use of three sympatric opossums in a Brazilian Atlantic forest reserve. Journal of Tropical Ecology. [Internet] 1996 Maio [acesso em 03 set 2024]; 12(3):435-440. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/2560064. DOI: https://doi.org/10.1017/S0266467400009640

67. Vieira EM, Izar P. Interactions between aroids and arboreal mammals in the Brazilian Atlantic rainforest. Plant Ecology, 1999 Nov; 145:75-82. doi: 10.1023/A:1009859810148 DOI: https://doi.org/10.1023/A:1009859810148

68. Cáceres NC, Monteiro-Filho ELA. Germination in seed species ingested by opossums: implications for seed dispersal and forest conservation. Brazilian Archives of Biology and Technology, 2007 Nov; 50(6): 921-928. doi: 10.1590/S1516-89132007000700002 DOI: https://doi.org/10.1590/S1516-89132007000700002

69. Quintana VJ, Yáñez MV. Orden Carnivora de Mamíferos del Chile. Chile: CEA Ediciones; 2000.

70. Testa CAEP, Hippólito AG, Santos GJ dos, Ferro BS, Castro TFN, Melchert A. Aspectos biológicos e nutricionais de Dasypus novemcinctus (Linnaeus, 1758). PUBVET – Medicina Veterinária e Zootecnia. 2019 Mai; 13(5): 1-11. doi: 10.31533/pubvet.v13n5a329.1-11 DOI: https://doi.org/10.31533/pubvet.v13n5a329.1-11

71. Ottoni I, Oliveira FFR, Young RJ. Estimating the diet of urban birds: The problems of anthropogenic food and food digestibility. Applied Animal Behaviour Science. 2009 Fev; 117(1-2):42-46. doi: 10.1016/j.applanim.2008.11.002 DOI: https://doi.org/10.1016/j.applanim.2008.11.002

72. Fadini RF, Marco JP. Interações entre aves frugívoras e plantas em um fragmento de mata atlântica de Minas Gerais. Ararajuba. Repositorioo Institucional UNESP [Internet]. 2004 Dez [acesso em 9 maio 2025]; 12(2):97-103. Dispoinível em: http://dx.doi.org/10.1016/j.applanim.2008.11.002 DOI: https://doi.org/10.1016/j.applanim.2008.11.002

73. Donatelli RJ, Costa TVV, Ferreira CD. Dinâmica da avifauna em fragmento de mata na Fazenda Rio Claro, Lençóis Paulista, São Paulo, Brasil. Revista Brasileira de Zoologia, 2004 Mar; 21(1): 97-114. doi: 10.1590/S0101-81752004000100017 DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-81752004000100017

74. Castro ER, Galetti M. Frugivoria e dispersão de sementes pelo lagarto teiú Tupinambis merianae (Reptilia: Teiidae). Papéis Avulsos de Zoologia, 2004; 44(6): 91-97. doi: 10.1590/S0031-10492004000600001 DOI: https://doi.org/10.1590/S0031-10492004000600001

75. Morato RG, et al. Cerdocyon thous. Sistema de Avaliação do Risco de Extinção da Biodiversidade - SALVE. 2023 [acesso em 17 maio 2025]. Disponível em: https://salve.icmbio.gov.br

76. Dias DM, Bocchiglieri A. Riqueza de uso do habitat por mamíferos de médio e grande porte na Caatinga, nordeste do Brasil. Neotropical Biology and Conservation, 2016 Jan; 11(1):38-46. doi: 10.4013/nbc.2016.111.05. DOI: https://doi.org/10.4013/nbc.2016.111.05

77. Cheida CC. Dieta, dispersão de sementes e comportamento de forrageio do cachorro-do-mato Cerdocyon thous (Carnívora, Canidae) em uma área de Floresta Atlântica: RPPN Reserva Natural Salto Morato, Guaraqueçaba, Paraná. Revista Brasileira de Zoologia, 2002 Nov; 21(4). doi: 10.1590/S0101-81752004000400022. DOI: https://doi.org/10.1590/S0101-81752004000400022

Downloads

Publicado

24-11-2025

Edição

Seção

Fluxo contínuo