Escenario de uso del suelo en áreas ribereñas de preservación permanente en el municipio de Rio Branco, Acre

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.37002/biodiversidadebrasileira.v15i3.2723

Palabras clave:

Bosque de galería , bosque ribereño , geoprocesamiento, análisis espacial

Resumen

La evaluación y adecuación de la ocupación del suelo en áreas de preservación permanente (APPs) son importantes para garantizar la cantidad y calidad del agua y la biodiversidad local. El estudio evaluó la relación entre el uso y la cobertura del suelo y las APPs ribereñas en el municipio de Rio Branco, Acre, en 2020. La ocupación inadecuada impacta la calidad del agua y la biodiversidad, intensificando los desafíos relacionados con la escasez hídrica y eventos climáticos extremos. Utilizaron imágenes del satélite Sentinel y datos de la Fundación Brasil de Desarrollo Sostenible (FBDS) para clasificar APPs. Análisis espacial se realizó con el software R, permitiendo la cuantificación de áreas de uso del suelo y la evaluación de la efectividad de las APPs en la protección de los recursos hídricos. Áreas de uso del suelo y APPs se cuantificaron y agruparon por clase con el cálculo de porcentajes. Esta cuantificación también se ejecutó para los nacimientos y la longitud total de los cuerpos hídricos. Los resultados mostraron que la mayoría de los nacimientos se encuentra en áreas de formación forestal. Ocupación irregular de las APPs es un problema significativo. Destaca la importancia de la fiscalización e de políticas públicas eficaces para garantizar la preservación y el uso sostenible de los recursos hídricos. Datos geoespaciales detallados se mostró como una herramienta capaz de proporcionar diagnósticos valiosos del estado de ocupación y degradación de áreas con función ambiental. De esta manera, el desarrollo de políticas de planificación y gestión territorial se vuelve más eficaz.

Descargas

Los datos de descargas todavía no están disponibles.

Citas

1. Brasil. Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012. [Internet]. Diário Oficial da União. 2012 maio 25 [citado em 2023 ago. 19]. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12651.htm

2. Huntington TG. Evidências de intensificação do ciclo global da água: Revisão e síntese. Jornal de Hidrologia. 2006;319(1-4):83-95.

3. Kundzewicz ZW, Mata LJ, Arnell NW, Döll P, Jimenez B, Miller K, et al. As implicações das alterações climáticas projectadas para os recursos de água doce e a sua gestão. Revista de ciências hidrológicas. 2008;53(1):3-10.

4. Pinto DBF, Silva AM, Mello CR, Coelho G. Qualidade da água do Ribeirão Lavrinha na região do alto rio Grande, Minas Gerais, Brasil. Ciência e Agrotecnologia. 2009;33(4):1145-52.

5. Klingebiel AA, Montgomery PH. Land capability classification. Washington, D.C.: USDA Soil Conservation Service; 1996. 21p. (USDA Agricultural. Handbook, 210).

6. Lepsch IF, Bellinazzi Jr. R, Bertolini D, Espindola CR. Manual para levantamento utilitário do meio físico e classificação de terras no sistema de capacidade de uso. 4a. aproximação. Campinas: SBCS; 1983. 175p.

7. Attanasio CM, Gandolfi S, Zakia MJB, Junior JCT, Lima WP. A importância das áreas ripárias para a sustentabilidade hidrológica do uso da terra em microbacias hidrográficas. Bragantia. 2012;71(4):493-501. DOI: https://doi.org/10.1590/S0006-87052013005000001

8. Bonfanti DC, Lima FTB, Ferreira LCA, Santos WL. A dinâmica fluvial do Rio Acre: uma análise ambiental do trecho urbano da cidade de Rio Branco-AC. Revista Geonorte. 2020;11:154-74. DOI: https://doi.org/10.21170/geonorte.2020.V.1.N.37.154.174

9. Duarte ML, Silva TA. Avaliação do desempenho de três algoritmos na classificação de uso do solo a partir de geotecnologias gratuitas. Revista de Estudos Ambientais. 2019;21(1):6-16. DOI: https://doi.org/10.7867/1983-1501.2019v21n1p6-16

10. Silva PR, Minoti RT. Alterações no uso e ocupação do solo e os impactos nas vazões de bacias hidrográficas agrícolas afluentes ao reservatório do Descoberto (DF/GO). Geociências. 2023;42(1):13-30. DOI: https://doi.org/10.5016/geociencias.v42i01.16931

11. Rocha PC. Indicadores de alteração hidrológica no alto rio paraná: intervenções humanas e implicações na dinâmica do ambiente fluvial. Sociedade & Natureza. 2010;22:191-211. DOI: https://doi.org/10.1590/S1982-45132010000100014

12. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística [homepage na internet]. Cidades e estados. Rio Branco. 2020 [acesso em 2023 ago. 19]. Disponível em: https://www.ibge.gov.br/cidades-e-estados/ac/rio-branco.html

13. Acre. Governo do Estado do Acre. Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Recursos Naturais. Peça de criação da Área de Proteção Ambiental (APA) Lago do Amapá, Unidade de Conservação de uso sustentável. Rio Branco, AC: Sectma; 2005. 31p.

14. Acre. Governo do Estado do Acre. Programa Estadual de Zoneamento Ecológico-Econômico do Estado do Acre. Zoneamento ecológico-econômico: recursos naturais e meio ambiente – Fase I. SECTMA, Rio Branco; 2000. 3 v.

15. R Core Team. R: A Language and Environment for Statistical Computing. Vienna: R Foundation for Statistical Computing; 2022. Disponível em: https://www.R-project.org

16. Nascimento FIC, Silva DL, Mesquita AA, Santos WL, Serrano ROP. Fisiografia fluvial da bacia hidrográfica do Rio Redenção no município de Rio Branco, Acre. Revista Ibero-Americana de Ciências Ambientais. 2021;12:614-24. DOI: https://doi.org/10.6008/CBPC2179-6858.2021.010.0048

17. Fornaziero DO, Vendruscolo J, Mattos SHVL, Fulan JA. Efeitos da urbanização e atividades agropecuárias sobre as enchentes no Córrego do Gregório em São Carlos, São Paulo, Brasil. Revista Científica Multidisciplinar. 2022;3:1-23. DOI: https://doi.org/10.47820/recima21.v3i3.1281

18. Lima WP, Zakia MJB. Hidrologia de matas ciliares. In: Rodrigues RR, Leitão Filho HF, editores. Matas ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Edusp; 2006. p. 33-44.

19. Allan JD. Landscapes and riverscapes: The influence of land use on stream ecosystems. Annual Review of Ecology, Evolution, and Systematics. 2004;35:257-84. DOI: https://doi.org/10.1146/annurev.ecolsys.35.120202.110122

20. Tucci CEM. Águas urbanas. Revista de Estudos Ambientais. 2008;10(1):5-16.

21. Pinto LVA, Silva DD, Pruski FF. Qualidade da água em microbacias hidrográficas com diferentes coberturas vegetais. Revista Ambiente & Água. 2013;8(2):186-97.

22. Fearnside PM. Deforestation in Brazilian Amazonia: History, rates, and consequences. Conservation Biology. 2005;19(3):680-8.

23. Nepstad DC, et al. Slowing Amazon deforestation through public policy and interventions in beef and soy supply chains. Science. 2014;344(6188):1118-23. DOI: https://doi.org/10.1126/science.1248525

24. Bonfanti DC, Lima FTB, Ferreira LCA, Santos WL. A dinâmica fluvial do Rio Acre: uma análise ambiental do trecho urbano da cidade de Rio Branco-AC. Revista Geonorte. 2020;11:154-74. DOI: https://doi.org/10.21170/geonorte.2020.V.1.N.37.154.174

25. Nascimento RR, Simões GF. Avaliação da suscetibilidade a movimentos de massa gravitacionais em margens de cursos d'água da cidade de Rio Branco (AC). Geociências. 2017;36:233-49. DOI: https://doi.org/10.5016/geociencias.v36i2.10853

26. Rezende GBM, Araújo SMS. As cidades e as águas: ocupações urbanas nas margens de rios. Revista de Geografia (Recife). 2016;33:119-35.

27. Marengo JA, et al. Recent extremes of drought and flooding in Amazonia: Vulnerabilities and human adaptation. American Journal of Climate Change. 2013;2(2):87-96.

28. Rodrigues RR, Gandolfi S. Conceitos, tendências e ações para a recuperação de florestas ciliares. In: Rodrigues RR, Leitão Filho HF, editores. Matas ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Edusp; 2000. p. 235-47.

29. Fornaziero DO, Vendruscolo J, Mattos SHVL, Fulan JA. Efeitos da urbanização e atividades agropecuárias sobre as enchentes no Córrego do Gregório em São Carlos, São Paulo, Brasil. Revista Científica Multidisciplinar. 2022;3:1-23. DOI: https://doi.org/10.47820/recima21.v3i3.1281

30. Brancalion PHS, et al. Gaps in ecological research on the world's largest tropical forest restoration project. Perspectives in Ecology and Conservation. 2016;14(1):31-4.

31. Tomasella J, et al. The droughts of 1997 and 2005 in Amazonia: Floodplain hydrology and its potential ecological and human impacts. Climatic Change. 2011;106(4):611-27. DOI: https://doi.org/10.1007/s10584-012-0508-3

32. Silva AM, Schulz HE, Camargo PB. Erosão e hidrossedimentologia em bacias hidrográficas. Revista Brasileira de Ciência do Solo. 2007;31(6):1371-84.

33. Nascimento RR, Simões GF. Avaliação da suscetibilidade a movimentos de massa gravitacionais em margens de cursos d’água da cidade de Rio Branco (AC). Geociências. 2017;36:233-49. DOI: https://doi.org/10.5016/geociencias.v36i2.10853

34. Marengo JA, et al. Recent extremes of drought and flooding in Amazonia: Vulnerabilities and human adaptation. American Journal of Climate Change. 2013;2(2):87-96. DOI: https://doi.org/10.4236/ajcc.2013.22009

35. Tomasella J, et al. The droughts of 1997 and 2005 in Amazonia: Floodplain hydrology and its potential ecological and human impacts. Climatic Change. 2011;106(4):611-27. DOI: https://doi.org/10.1007/s10584-012-0508-3

36. Pinto DBF, Silva AM, Mello CR, Coelho G. Qualidade da água do Ribeirão Lavrinha na região do alto rio Grande, Minas Gerais, Brasil. Ciência e Agrotecnologia. 2009;33(4):1145-52. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-70542009000400028

37. Rodrigues RR, Gandolfi S. Conceitos, tendências e ações para a recuperação de florestas ciliares. In: Rodrigues RR, Leitão Filho HF, editores. Matas ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Edusp; 2000. p. 235-47.

38. Brancalion PHS, et al. Gaps in ecological research on the world's largest tropical forest restoration project. Perspectives in Ecology and Conservation. 2016;14(1):31-4.

39. Silva AM, Schulz HE, Camargo PB. Erosão e hidrossedimentologia em bacias hidrográficas. Revista Brasileira de Ciência do Solo. 2007;31(6):1371-84.

40. Tucci CEM. Águas urbanas. Revista de Estudos Ambientais. 2008;10(1):5-16.

41. Fearnside PM. Deforestation in Brazilian Amazonia: History, rates, and consequences. Conservation Biology. 2005;19(3):680-8. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2005.00697.x

42. Allan JD. Landscapes and riverscapes: The influence of land use on stream ecosystems. Annual Review of Ecology, Evolution, and Systematics. 2004;35:257-84. DOI: https://doi.org/10.1146/annurev.ecolsys.35.120202.110122

43. Lima WP, Zakia MJB. Hidrologia de matas ciliares. In: Rodrigues RR, Leitão Filho HF, editores. Matas ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Edusp; 2006. p. 33-44.

44. Pinto DBF, Silva AM, Mello CR, Coelho G. Qualidade da água do Ribeirão Lavrinha na região do alto rio Grande, Minas Gerais, Brasil. Ciência e Agrotecnologia. 2009;33(4):1145-52. DOI: https://doi.org/10.1590/S1413-70542009000400028

45. Silva AM, Schulz HE, Camargo PB. Erosão e hidrossedimentologia em bacias hidrográficas. Revista Brasileira de Ciência do Solo. 2007;31(6):1371-84.

46. Brancalion PHS, et al. Gaps in ecological research on the world's largest tropical forest restoration project. Perspectives in Ecology and Conservation. 2016;14(1):31-4.

47. Metzger JP. O Código Florestal tem base científica? Natureza & Conservação. 2010;8(1):1-5. DOI: https://doi.org/10.4322/natcon.00801017

48. Brancalion PHS, et al. Gaps in ecological research on the world's largest tropical forest restoration project. Perspectives in Ecology and Conservation. 2016;14(1):31-4.

49. Rezende GBM, Araújo SMS. As cidades e as águas: ocupações urbanas nas margens de rios. Revista de Geografia (Recife). 2016;33:119-35.

50. Fearnside PM. Deforestation in Brazilian Amazonia: History, rates, and consequences. Conservation Biology. 2005;19(3):680-8. DOI: https://doi.org/10.1111/j.1523-1739.2005.00697.x

51. Silva PR, Minoti RT. Alterações no uso e ocupação do solo e os impactos nas vazões de bacias hidrográficas agrícolas afluentes ao reservatório do Descoberto (DF/GO). Geociências. 2023;42(1):13-30. DOI: https://doi.org/10.5016/geociencias.v42i01.16931

52. Rodrigues RR, Gandolfi S. Conceitos, tendências e ações para a recuperação de florestas ciliares. In: Rodrigues RR, Leitão Filho HF, editores. Matas ciliares: conservação e recuperação. São Paulo: Edusp; 2000. p. 235-47.

53. Nepstad DC, et al. Slowing Amazon deforestation through public policy and interventions in beef and soy supply chains. Science. 2014;344(6188):1118-23. DOI: https://doi.org/10.1126/science.1248525

54. Tucci CEM. Águas urbanas. Revista de Estudos Ambientais. 2008;10(1):5-16.

55. Marengo JA, et al. Recent extremes of drought and flooding in Amazonia: Vulnerabilities and human adaptation. American Journal of Climate Change. 2013;2(2):87-96. DOI: https://doi.org/10.4236/ajcc.2013.22009

Publicado

2025-09-25

Número

Sección

Ciências Ambientais na Amazônia Sul Ocidental