Turismo rural cultural, ecológico e agroecológico como promotores da preservação ambiental e do desenvolvimento sustentável equitativo para a comunidade quilombola Kalunga no Brasil
DOI:
https://doi.org/10.37002/biodiversidadebrasileira.v15i4.2820Keywords:
Turismo, sustentabilidade , desenvolvimento, preservação da biodiversidade, KalungaAbstract
O turismo é uma importante atividade econômica global com potencial para impulsionar o desenvolvimento em três pilares da sustentabilidade: econômico, social e ambiental. Segmentos como o turismo rural cultural, ecológico e agroecológico têm impulsionado efetivamente o crescimento humano, social e econômico, ao mesmo tempo em que promovem a conservação ambiental e cultivam a consciência ecológica entre comunidades e turistas. Apesar desse potencial, muitas regiões brasileiras, ricas em atrações culturais e naturais, recebem anualmente inúmeros turistas que frequentemente negligenciam a preservação da cultura, agricultura e biomas locais. É essencial incentivar o investimento e fornecer treinamento para o desenvolvimento de rotas turísticas em diversas comunidades rurais do Brasil. Essas iniciativas, apoiadas por políticas governamentais de apoio, visam conservar os recursos ambientais e naturais sem comprometer a viabilidade econômica ou o bem-estar social dos moradores, fomentando assim uma economia local sustentável Este estudo discute o potencial econômico, social e de conservação do turismo, correlacionando-o com a realidade atual e precária de uma comunidade quilombola (Kalunga), etnia afro-brasileira, localizada às margens da Reserva Biológica da Chapada dos Veadeiros, no estado de Goiás, Brasil. O espectro turístico nos biomas brasileiros é vasto e oferece os atrativos mais procurados pelo atual fenômeno turístico global, que incluem o turismo cultural, o ecoturismo ou turismo ecológico e o turismo agroecológico.
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