El Curso de Gestión Socioambiental Territorial en el Sur del Brasil como estrategia para fortalecer la pesca artesanal y la integración comunitaria en áreas protegidas
DOI:
https://doi.org/10.37002/biodiversidadebrasileira.v16i1.2843Palabras clave:
gestión ambiental pública, formación, pueblos y comunidades tradicionales, zona marina costeraResumen
Las formaciones del Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade en gestión socioambiental ha adquirido alcances territoriales con el objetivo de adaptarse mejor a las realidades regionales. En el sur del Brasil, el Proyecto Global Environmental Facility de integración comunitaria y fortalecimiento de la pesca artesanal buscó capacitar actores sociales para mejorar la participación social de este segmento en la gestión de áreas protegidas en la zona marina costera. Asociando las temáticas de los ciclos de formación anteriores con las demandas ya presentadas por pescadores artesanales, el Curso de Gestión Territorial Socioambiental en el Sur de Brasil fue desarrollado durante un taller de planeamiento. El objetivo de este trabajo es presentar los principales resultados del curso y los aportes resultantes para fortalecer la pesca artesanal e integrar a las comunidades pesqueras en el manejo de estas unidades de conservación marino-costeras. El curso reunió a 34 participantes de diez unidades de conservación distribuidas en cuatro estados. El aprendizaje y las discusiones fueron muy profundos y brindaron direcciones relevantes para el segmento de la pesca artesanal y del extrativismo costero y marino. El curso fue fundamental para intercambiar experiencias y compartir habilidades y conocimientos locales, tradicionales, técnicos y científicos, de la oralidad y de las transferencias culturales, contribuyendo a la construcción colectiva de conocimientos, la formación política de los participantes y la delineación de estrategias conjuntas.
Descargas
Citas
1. Fontana A, Martins JC, Cunha CC, Santin L, Fabiano F, Dino K. Promoção da participação social na gestão ambiental pública: a formação de gestores ambientais no ICMBio. In: Anais do 7º Seminário Brasileiro sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social e do 2º Encontro Latino-Americano sobre Áreas Protegidas e Inclusão Social; 2015 nov 19–22; Florianópolis. Florianópolis: UFSC; 2015. p. 879–886. Disponível em: https://sapiselapis2015.paginas.ufsc.br/2015/11/18/anais-do-vii-sapis-e-ii-elapis/
2. Valadares KMO, Silva HJH, Andrade R, Soares AKA, Ikemoto E, Fichino BS, et al. Experiências dos Projetos de Integração Comunitária no âmbito do GEF-Mar: monitoramento das ações na zona costeira e marinha das regiões Nordeste e Sul do Brasil. In: Raymundo MHA, Trovarelli RA, Branco EA, Brianezi T, editores. Da implementação ao monitoramento do Projeto Político Pedagógico da Zona Costeira e Marinha do Brasil: MonitoraEA-PPPZCCM. Brasília: MMA; 2024. Disponível em: https://drive.google.com/file/d/1iVX2vumclFG3WFVd0NoiZutvvAtnir-F/view DOI: https://doi.org/10.29327/5406482.1-6
3. Jentoft S. Social justice in the context of fisheries: a governability challenge. In: Bavinck M, Chuenpagdee R, Jentoft S, Kooiman J, editores. Governability of fisheries and aquaculture: theory and applications. Heidelberg: Springer; 2013. p. 45–65. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/285325554_Social_Justice_in_the_Context_of_Fisheries_-_A_Governability_Challenge DOI: https://doi.org/10.1007/978-94-007-6107-0_4
4. Diegues AC. Artisanal fisheries in Brazil. Chennai: Samudra Monograph; 2006. 82 p. Disponível em: https://www.icsf.net/wp-content/uploads/2006/09/930.ICSF114.pdf
5. Azevedo NT, Pierri N. A política pesqueira no Brasil (2003–2011): a escolha pelo crescimento produtivo e o lugar da pesca artesanal. Desenvolv Meio Ambiente. 2014; 32: 61–80. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/made/article/view/35547 DOI: https://doi.org/10.5380/dma.v32i0.35547
6. Freire, P. Educação como prática da liberdade. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1967.
7. Freire, P. Pedagogia do oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1970.
8. Freire, P. Por uma pedagogia da pergunta. 3. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra; 1985.
9. Chambers R. The origins and practice of participatory rural appraisal. World Dev. 1994; 22(7): 953–69. Disponível em: https://entwicklungspolitik.uni-hohenheim.de/uploads/media/Day_4_-_Reading_text_8.pdf DOI: https://doi.org/10.1016/0305-750X(94)90141-4
10. Ikemoto E, Valadares KMO, Silva HJH, Schamberg JH. Série de videoaulas do Curso de Gestão Socioambiental Territorial do Sul do Brasil. Florianópolis: CNPT/ICMBio; 2023. Disponível em: https://www.youtube.com/playlist?list=PL3WbqAD_r0v9aX5PcwPeHhtbg5jmJj4ED
11. Geertz, C. The interpretation of cultures. New York: Basic books; 1977.
12. Finke P, Sökefeld M. Identity in anthropology. In: Callan H, Coleman S, editores. The international encyclopedia of anthropology. New Jersey: Wiley Blackwell; 2018. p. 1–13. Disponível em: https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/9781118924396.wbiea2142 DOI: https://doi.org/10.1002/9781118924396.wbiea2142
13. Castells M. O poder da identidade. São Paulo: Paz e Terra; 1999.
14. Moberg M. Culture. In: Pedersen L, Cliggett L, editores. The Sage handbook of cultural anthropology. London: Sage Publications; 2021. p. 17–33. Disponível em: https://sk.sagepub.com/hnbk/edvol/the-sage-handbook-of-cultural-anthropology/chpt/1-culture DOI: https://doi.org/10.4135/9781529756449.n2
15. Quintas JS. Introdução à gestão ambiental pública. 2. ed. Brasília: IBAMA; 2006. Disponível em: https://www.icmbio.gov.br/educacaoambiental/images/stories/biblioteca/educacao_ambiental/QUINTAS_Jos%C3%A9_Silva_-_Introdu%C3%A7%C3%A3o_%C3%A0_Gest%C3%A3o_Ambiental_P%C3%BAblica.pdf
16. Acselrad H, Mello CCA, Bezerra GN. O que é justiça ambiental. Rio de Janeiro: Garamond; 2009.
17. Acselrad H. Ambientalização das lutas sociais. Estud Av. 2010; 24(68): 103–19. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/hSdks4fkGYGb4fDVhmb6yxk/ DOI: https://doi.org/10.1590/S0103-40142010000100010
18. Organização Internacional do Trabalho. Convenção nº 169 sobre povos indígenas e tribais em países independentes. Genebra: OIT; 1989. Incorporada pelo Decreto nº 5.051, de 19 de abril de 2004. Diário Oficial da União. 2004 abr 20; Seção 1:1.
19. Brasil. Decreto nº 6.040, de 7 de fevereiro de 2007. Institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. Diário Oficial da União. 2007 fev 8. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2007/decreto/d6040.htm
20. Cavedon FS, Vieira RS. Socioambientalismo e justiça ambiental como paradigma para o sistema jurídico-ambiental: estratégia de proteção da sociobiodiversidade no tratamento dos conflitos jurídico-ambientais. Âmbito Jurídico. 2007; (40). Disponível em: http://www.publicadireito.com.br/artigos/?cod=fe184ec3276a986a
21. Rebouças NM, Filardi ACL, Vieira PF. Gestão integrada e participativa da pesca artesanal: potencialidades e obstáculos no litoral do Estado de Santa Catarina. Ambient Soc. 2006;9(2):83–104. Disponível em: https://www.scielo.br/j/asoc/a/ybkwXYq6nBkRK5xJs4pm6WG/ DOI: https://doi.org/10.1590/S1414-753X2006000200005
22. Feeny D, Berkes F, McCay BJ, Acheson JM. The tragedy of the commons: twenty-two years later. Hum Ecol. 1990; 18(1): 1–19. Disponível em: https://doi.org/10.1007/BF00889070 DOI: https://doi.org/10.1007/BF00889070
23. Vasconcellos M, Diegues AC, Sales RR. Limites e possibilidades na gestão da pesca artesanal costeira. In: Costa AL, editor. Nas malhas da pesca artesanal. Brasília: IBAMA; 2007. p. 15–83. Disponível em: https://nupaub.fflch.usp.br/sites/nupaub.fflch.usp.br/files/color/limitesohright.pdf
24. Kalikoski D, Neto JD, Thé APG, Ruffino ML, Filho SM. Gestão compartilhada do uso sustentável de recursos pesqueiros: refletir para agir. Brasília: IBAMA; 2009. Disponível em: https://www.ibama.gov.br/phocadownload/biodiversidade/biodiversidade-aquatica/gestao-pesqueira/publicacoes/2009-gestao-compartilhada-recursos-pesqueiros-refletir-para-agir.pdf
25. Berkes F, Mahon R, McConney P, Pollnac R, Pomeroy R. Managing small-scale fisheries: alternative directions and methods. Ottawa: IDRC; 2001. Disponível em: https://idrc-crdi.ca/en/book/managing-small-scale-fisheries-alternative-directions-and-methods
26. Berkes F. Cross-scale institutional linkages: perspectives from the bottom up. In: Ostrom E, Dietz T, Dolsak N, Stern PC, Stonich S, Weber EU, editores. The drama of the commons. Washington (DC): National Academy Press; 2002. p. 293–321. Disponível em: https://nap.nationalacademies.org/catalog/10287/the-drama-of-the-commons
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Kenia Maria de Oliveira Valadares, Erika Ikemoto, Hugo Juliano Hermógenes da Silva, Janina Huk Schamberg, Célia Regina Nunes das Neves, Cláudio de Araújo Nunes, Gilberto Ribas, Maria Aparecida Ferreira

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-SinDerivadas 4.0.
Esta obra está licenciada bajo la licencia Creative Commons Atribución-NoComercial-SinObraDerivada 4.0 Internacional.
Los autores conservan los derechos de autor de las obras publicadas, que pueden reutilizarse y difundirse en otros medios, siempre que se cite la fuente original de la publicación (revista Biodiversidade Brasileira).








